O primeiro INCT sul-mato-grossense será implantado no campus da UCDB em Campo Grande, porém envolverá todas as universidades do Estado além de instituições de pesquisa, como Embrapa e demais parceiros nacionais e internacionais.

Entre os trabalhos a serem desenvolvidos, destaca-se a bioprospecção de moléculas em animais e plantas do Mato Grosso do Sul com potencialidades a serem estudadas com vista à produção de medicamentos, alimentos, nanofibras, entre outros.
“Hoje é nossa primeira conversa com o novo presidente da Fundect, estamos felizes em poder renovar esta parceria de sucesso e encarar os novos desafios que virão”, afirmou Pistori.
Para Renato Roscoe, a implantação do INCT vem ao encontro da linha estratégica adotada pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul em relação às ações de Ciência e Tecnologia.
“Este é um projeto importante para o Estado, nossa biodiversidade será estudada em prol da sociedade por meio do desenvolvimento sustentável”, ressaltou Renato.
Na ocasião, o diretor-presidente da Fundect explicou que a bioprospecção é o estudo de potenciais produtos que podem ser adquiridos por meio de animais e plantas, porém sem explorar recursos naturais de forma predatória.
“Digamos que a pesquisa detecte determinada potencialidade farmacêutica em uma planta, assim que a substância é descoberta passa-se para a fase de síntese artificial, que é reproduzir esta substância em laboratório sem prejuízo ao meio ambiente. O trabalho do INCT contribui tanto com a Inovação quanto com a indústria de alta tecnologia em Mato Grosso do Sul”, conclui Bungenstab.