| Em 14/03/2016

R$6 milhões para pesquisas sobre Aedes aegypti no DF

Ciente da importância da ciência, tecnologia e inovação para o enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lançou, no dia 10, edital de apoio a projetos de pesquisa sobre Aedes aegypti e as arboviroses – zika, chikungunya e dengue no Distrito Federal, no valor de R$ 6 milhões. O edital completo será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal desta quinta e no site da FAPDF (www.fap.df.gov.br).

O objetivo da seleção pública é fortalecer as redes de pesquisa e consolidar a base científica e tecnológica, referente ao A. aegypti, considerada de importância estratégica para o Distrito Federal e contribuir com o bem-estar e a saúde da população local.

As propostas deverão ser submetidas à FAPDF por um coordenador proponente, através do Sistema de Gestão da FAPDF (SigFAP), como projetos cooperativos, em formato de rede de colaboração com outros pesquisadores. Além de técnicos e estudantes, podem participar da equipe pesquisadores com vínculo empregatício ou funcional dos laboratórios e secretarias de estado do governo de Brasília, instituições de ensino ou pesquisa, públicas ou privadas e empresas de base tecnológica sediadas no DF ou em outras unidades da federação e país. A rede de pesquisadores deverá ser formada com pelo menos três Bolsistas de Produtividade, com experiência comprovada pelo currículo nas linhas de pesquisa prioritárias. Além disso, as redes deverão ser multidisciplinares, multi-institucionais, com destaque para ações de divulgação e educação científica.

As linhas de pesquisa consideradas prioritárias pelo edital serão: a) Estudos de prevenção, controle, monitoramento de vetores e desenvolvimento de novos produtos como inseticidas e larvicidas; b) Estudos de ecologia, mecanismos de resistência, genética de populações e interação vetor-vírus; c) Estudos relativos aos diversos aspectos das doenças, como clínicos, novas metodologias de diagnóstico, epidemiologia e fisiopatologia; d) Caracterização e variabilidade genética de vírus circulantes no DF; e) Criação de um banco de dados com informação genômica e proteômica; f) Produção de kits de diagnóstico molecular e imunológico; g) Produção de vacinas e desenvolvimento de drogas antivirais.

O período de submissão de propostas é de 16/3 a 28/4 e o valor máximo por projeto de pesquisa é de R$ 3 milhões.

 

Fonte:  Assessoria – FAPDF

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