| Em 20/07/2015

FA prioriza o investimento em pessoas e ideias por meio de bolsas de iniciação científica

A primeira conquista de um estudante que faz iniciação científica é a fuga da rotina e da estrutura curricular, pois integra-se aos professores e disciplinas com quem tem mais afinidade, desenvolvendo capacidades mais diferenciadas nas expressões oral e escrita e nas habilidades manuais.

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E é nesse intuito que o governo do Estado do Paraná, por meio da Fundação Araucária investe em bolsas de iniciação científica (PIBIC Jr; PIBIC; PIBIT, PIBIS e PIBEX). Nos últimos quatro anos foram financiadas em parceria com o CNPq mais de 11.400 bolsas nessas áreas, resultando em um investimento acima de R$52 milhões. Só em 2015, a Fundação Araucária está disponibilizando 2.900 novas bolsas de iniciação científica.
“Sempre gosto de afirmar que o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação é considerado semente do crescimento social e econômico de uma nação. Portanto, podemos usar a iniciação científica como exemplo dessa evolução ”, ressaltou o presidente da Fundação Araucária, Paulo Brofman.
Outra vantagem alcançada pelos estudantes quando vivenciam a iniciação científica é a de perder o medo, não ter pânico do novo. Quando se aprendem coisas com certa autonomia apoiada na diretriz do orientador, posteriormente, na vida prática, ao surgir a primeira dificuldade, ele terá uma razoável habilidade para interpretar o fato e discernir se pode resolvê-lo ou se é preciso consultar quem sabe mais sobre o assunto.
O químico Francisco de Assis Marques, do Departamento de Química da Universidade Federal do Paraná (UFPR) orienta bolsistas de iniciação científica da Fundação Araucária e destaca a importância desse programa. “Esse programa auxilia na formação dos alunos, aproxima – os da ciência, tecnologia e inovação, torna os discentes mais críticos, habilitados e adaptados a detectarem soluções estratégicas para determinados assuntos”.
Além da citação de algumas vantagens, a iniciação científica também oferece um auxílio financeiro. Muitos bolsistas utilizam estes recursos para comprar livros, montando seu próprio acervo para o futuro. Alguns usam esse auxílio para ajudar a própria família ou para dispensar a mesada doméstica. Portanto, a iniciação científica exercita também uma outra responsabilidade de natureza social perante uma realidade diferente daquela exclusivamente científica.
Carlos Toazza é aluno do curso de Engenharia de Alimentos da PUCPR e bolsista do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica da Fundação Araucária. Ele trabalha em um projeto que tem como objetivo principail adaptar a tecnologia de produção do queijo Reblochon às condições existentes no Brasil, como por exemplo, o leite oriundo de vacas de raça diferente daquelas existentes na França. “A partir desse projeto consegui a oportunidade de realizar pesquisas nessa área na França. Estou muito feliz e realizado”.
Para saber mais informações a respeito das chamadas públicas abertas da Fundação Araucária acesse: www.fappr.pr.gov.br – Chamadas Públicas – CPs Abertas.

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