| Em 29/09/2016

Projeto do PibicJR pretende melhorar arrecadação de Sergipe

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é cobrado sobre produtos como eletrodomésticos, alimentos e outros. O valor arrecadado é encaminhado para o Estado e usado para diversas funções. Em Sergipe, a porcentagem da alíquota é de 18% sob o produto. Buscando melhorar o controle da arrecadação e o modo que esse dinheiro será gasto pelo Governo, José Augusto Andrade Filho criou o projeto “Avaliação de técnicas computacionais para previsão de arrecadação de tributos (ICMS) no Estado de Sergipe”.

 

A proposta é desenvolver uma técnica para que aumente o número de acertos sobre quanto será arrecadado. O professor destaca a importância de acertar mais. “É difícil você prever com exatidão quanto será a arrecadação do ano seguinte, mas quanto menos você errar seja para mais ou para menos, você consegue planejar melhor as ações.”

O projeto avalia os valores arrecadados entre o ano 2000 e 2015. Assim, eles descobrem quanto será arrecadado no próximo período de 15 anos, permitindo que o Governo programe melhor o orçamento.

Desenvolvimento

José Augusto conta com alunos bolsistas que trabalham efetivamente com a parte de análise dos dados das informações obtidas nesses 15 anos. As reuniões acontecem quinzenalmente, onde os alunos recebem atividades para desenvolverem durante esse tempo.

“Nós temos uma arrecadação mensal de janeiro a dezembro de 2000 até 2015. Eu entreguei os dados para eles e pedi para fazerem a análise de qual época do ano há uma maior arrecadação e a menor. Eles pegaram os dados e fizeram algumas análises”, explicou Augusto.

Bolsistas

A importância do projeto para os alunos é o contato com o desenvolvimento da pesquisa. O professor contou que eles melhoraram em sala de aula. “Deu para perceber que os alunos que estão trabalhando comigo efetivamente, eles começam a ter um diferencial em relação aos outros, eles começam a buscar outras fontes de informação, não apenas aquela básica da sala de aula”.

O projeto conta com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação do Estado de Sergipe (FAPITEC) em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) dentro do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICJr).

 

Fonte: FAPITEC

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