| Em 27/02/2019

Vitória Stone Fair rende parcerias a pesquisadores e empreendedores apoiados pela Fapes

A 47º Vitória Stone Fair terminou no dia 15, mas quem participou do evento do setor de rochas ornamentais garante que os resultados do networking já estão aparecendo. A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes) esteve presente com a apresentação de pesquisas e ideias inovadoras apoiadas por editais do órgão.

Um exemplo de quem já está tendo a repercussão com a feira é o pessoal da WeRock Stones, projeto selecionado pelo edital do Sinapse da Inovação – Conexão ES lançado em 2017. Segundo Saulo do Val, CEO da empresa, a participação no evento garantiu o contato com potenciais clientes e parceiros.

“O pós-feira é quando as coisas, de fato, acontecem. Estamos com visitas marcadas em Cachoeiro de Itapemirim para a próxima semana. Além disso, também faremos contato com potenciais clientes da região noroeste por conta das conversas desenvolvidas durante os dias do evento”, revelou.

Resíduos de rochas na agricultura
A Fapes convidou profissionais do Espírito Santo, selecionados em chamadas públicas do órgão, que desenvolvem projetos relacionados ao setor de rochas para participar do evento. Durante a feira, dois deles foram convidados a participar de uma reunião com o representante da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O encontro foi realizado no estande do Sindicato da Indústria de Rochas Ornamentais Cal e Calcários (Sindirochas-ES) com o pesquisador da Embrapa Eder Martins para falar sobre a utilização de resíduos do processo de beneficiamento das rochas na agricultura.

Estavam presentes a professora e pesquisadora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Mirna Aparecida Neves, e o pesquisador do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Francisco Hollanda Vidal. Eles começaram recentemente a pesquisa financiada pela Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI), que disponibiliza recursos para a inovação por meio do Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia (Funcitec), operado pela Fapes.

Segundo Vidal, a parceria com a Embrapa sempre foi pontual, mas já combinam uma aproximação maior e mais duradoura. “A Associação Brasileira das Indústrias de Rochas Ornamentais já apresentou a necessidade de aproveitar esse passivo ambiental que o setor de rochas produz exatamente para usar como produto de rochagem, resultando em uma remineralização”, explicou o pesquisador. Ele garante que já existem planos para trabalhar com uma casa da vegetação em Alegre, em parceria com a Ufes e o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes).

Fonte: Comunicação Fapes.

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