![[cml_media_alt id='13378']patente depositada pela Uema[/cml_media_alt]](http://confap.org.br/news/wp-content/uploads/2017/04/patente-uema-640x358.jpeg)
Foto: Uema.
O estudo refere-se a um repelente natural contra o mosquito Aedes aegypti, de uso tópico na forma de creme-gel, obtido a partir de emulsão do extrato das folhas de Nim Indiano (Azadirachta indica A. Juss) e óleo de Babaçu (Orbignya phalerata Martius).
A inovação foi desenvolvida pelos pesquisadores: Maria Célia Pires Costa (Uema), Adriana Leandro Camara (UFMA), Elisabete Pereira dos Santos (UFRJ), Eduardo Ricci Júnior (UFRJ) e pelas ex-alunas da Uema Bruna Fernanda Silva de Sousa (Agronomia), Thauany Hellmann (Química Licenciatura), Livia Cinara Diniz Dias (Química Licenciatura) e Antônio Luis Ribeiro Soares (técnico de laboratório/Uema).

Foto: Uema.
O projeto da pesquisa “Caracterização dos lipídeos do óleo de Babaçu (Orbignya phalerata Mart.), conforme a Região de Origem, no Estado do Maranhão, e Estudo do seu Potencial para Uso em Emulsões Cosméticas”, coordenado pela professora Célia Pires, do qual resultou essa inovação, foi financiado por meio do Edital 01/2009 Fapeam/Fapema/Fapespa/Funtac/Sectto – Rede Amazônica de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocosméticos (Redebio). A constituição da rede interestadual foi fruto do incentivo da Fapema.
A pesquisa foi coordenada pela professora Célia Pires, chefe do Laboratório de Macroléculas e Produtos Naturais, pertencente ao Departamento de Química e Biologia da Uema, em parceria com o Laboratório de Desenvolvimento Galênico da Faculdade de Farmácia (Ladeg/UFRJ) e a UFMA.
Para a coordenadora, o papel das instituições envolvidas em todas as etapas foi fundamental para a realização do pedido de patente internacional. “Ainda se faz necessária a conclusão da trajetória pesquisa-inovação-tecnologia, mas vale registrar a relevância do caminho percorrido até agora, na formação de futuros pesquisadores/inovadores e na criação de perspecticas para o Estado do Maranhão”, destacou a docente.
Fonte: Uema / Fapema.