Com apoio da Fapeam, a pesquisa científica pioneira apontou que essa espécie de cogumelo pode ser uma alternativa economicamente viável, com grande potencial de uso na indústria alimentícia, e pode se tornar uma nova fonte de produção e renda aos futuros fungicultores do estado.
Pesquisa científica, com fomento da Fapeam, teve como objetivo identificar compostos orgânicos presentes na casca do cupuaçu para efeito de retardamento de cura do poliéster, para futuramente serem utilizados comercialmente como retardantes “verdes”.
Com o pensamento de contribuir nesse processo com as empresas de transporte coletivo, foram desenvolvidos no Amazonas, com o apoio da Fapeam, um software e manual para otimizar o sistema de manutenção, e assim contribuir para prolongar a vida útil dos veículos e, consequentemente, reduzir os custos financeiros.
O projeto contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa de Excelência em Pesquisa Básica e Aplicada em Saúde (Proep).
O projeto “Uso de abordagem taxonômica, ecológica e funcional foi desenvolvido para validar o uso de substitutos de espécies de formigas em monitoramentos da biodiversidade na Amazônia” foi desenvolvido com apoio da Fapeam.
Intitulado “Pequenos empreendedores: protagonistas da sua própria história”, o trabalho foi desenvolvido no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE), edital N° 001/2018 da Fapeam.
Durante o evento, uma das novidades foram os destaques atribuídos aos projetos submetidos ao programa. Dentre esses, 51 receberam nota máxima, e aproximadamente 60% dos trabalhos obtiveram nota 8,0.
Podem se candidatar a membro das Câmaras pesquisadores com título de doutor vinculados às instituições de ensino superior ou de pesquisa do Amazonas, por área de conhecimento, conforme especificado no edital.
O estudo desenvolvido com a pedra-ume caá contou com apoio da Fapeam por meio do projeto “Investigação dos potenciais antioxidante, anti-inflamatório, antimicrobiano e citotóxico de plantas medicinais amazônicas com interesse biotecnológico”.
O baixo número de espécies florestais que atualmente são exploradas para fins madeireiros no Amazonas motivou a engenheira florestal Daniele Feitosa Fróes, a avaliar o desempenho da espécie Eschweilera, conhecida como Matamatá.