Criada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), em maio de 2016, a Plataforma R³ Mineral é uma arena de articulação entre organizações científicas, tecnológicas, industriais e da sociedade civil para repensar a gestão de resíduos e rejeitos da mineração em Minas Gerais e possibilitar aplicações em larga escala. Em novembro, aconteceu a reunião geral da Plataforma, que é aberta ao público interessado em colaborar com a resolução dos desafios no setor.
![[cml_media_alt id='11866']r3-mineral-resultados[/cml_media_alt]](http://confap.org.br/news/wp-content/uploads/2016/11/r3-mineral-resultados.jpg)
Durante o encontro foi lançado o site da Plataforma R³ Mineral, com o intuito de facilitar o acesso às discussões, informações e ao funcionamento colaborativo em rede. Entre os participantes da reunião, esteve o cônsul do Reino Unido, Thomas Nemes, que demonstrou interesse do consulado no setor. Rodrigo Tavares, da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), também participou e abordou a caracterização e monitoramento dos rejeitos e resíduos da mineração e sua implementação.
Para gerar ações mais efetivas e direcionadas, os integrantes se dividiram em grupos de trabalhos distintas, lideradas pelos seguintes representantes: Pavimentação – Luciana Dinardi; Construção Civil – Juliana Soares; Agricultura – João Herbert Viana; Produtos Tecnológicos – Rochel Lago; Reprocessamento – Denilson Rodrigues de Araújo; e Empreendedorismo Regional – Renato Ciminelli. Na ocasião, os líderes relataram o andamento dos trabalhos em cada comissão.
Para Caio Werneck, assessor da FAPEMIG, a R³ Mineral está se consolidando e, a partir do trabalho que tem sido realizado, os grupos já se planejam para 2017. “Esperamos que ações concretas sejam implementadas, utilizando conhecimentos e tecnologias que permitam a construção de futuros mais promissores para a questão dos rejeitos em Minas Gerais”, afirma. Com esses objetivos, a Plataforma R³ Mineral tem reunido empresas mineradoras, instituições de ciência, tecnologia e inovação, órgãos públicos, entidades de classe, entre outras organizações. Nesse proceso, a FAPEMIG é responsável pela coordenação institucional?, através do projeto Nova Mineração?, e a coordenação técnico-científica, feita por Fernando Lameiras, pesquisador do CDTN com ampla experiência nesse campo.
Fonte: ACS FAPEMIG