
A Bahia passou a contar, a partir deste ano, com um prêmio voltado exclusivamente ao jornalismo científico. O Edital Prêmio Bahia Faz Ciência de Jornalismo foi lançado na quarta-feira (22/10), durante a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A iniciativa é da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), em parceria com a Associação Bahiana de Imprensa (ABI). Os interessados em participar do prêmio podem acessar o site da Fapesb e conferir o cronograma do edital.
O Prêmio Bahia Faz Ciência de Jornalismo busca reconhecer e valorizar o trabalho de profissionais e estudantes de jornalismo que contribuem para a popularização da ciência e para a disseminação do reconhecimento científico, tecnológico e inovador no estado. O prêmio contemplará cinco categorias: Texto (impresso ou digital), Vídeo, Áudio, Fotojornalismo e Jornalismo Universitário. Poderão participar profissionais com registro de jornalista e/ou radialista no Ministério do Trabalho e Emprego, além de estudantes de jornalismo a partir do 4º semestre, matriculados em instituições de ensino superior reconhecidas pelo MEC e situadas na Bahia.
Para Handerson Leite, diretor-geral da Fapesb e entusiasta do jornalismo científico, o Prêmio Bahia Faz Ciência reforça a importância de aproximar a sociedade do conhecimento produzido nas universidades e centros de pesquisa. “A Bahia tem uma imprensa criativa e comprometida, e este prêmio valoriza os profissionais e estudantes que ajudam a traduzir a ciência em histórias que inspiram e transformam o nosso estado”, destacou.
Para a presidente da ABI, Suely Temporal, a iniciativa demonstra o compromisso da entidade com a popularização da ciência e o reconhecimento do jornalismo científico. “Este momento representa um passo importante na valorização do jornalismo comprometido com o conhecimento, a pesquisa e a verdade. Participar desta iniciativa reforça nossa convicção de que a boa ciência precisa de bom jornalismo e que a boa informação é parte essencial do desenvolvimento social”, afirmou a dirigente. Segundo ela, o prêmio surge como símbolo dessa convergência entre ciência, cidadania e informação de qualidade.
Premiação – De acordo com o edital, os trabalhos inscritos serão avaliados com base em critérios como noticiabilidade, relevância, criatividade, originalidade, apuração e impacto dos temas abordados para a ciência, tecnologia e inovação no estado. A proposta é reconhecer produções de alta qualidade jornalística, capazes de traduzir temas científicos de forma acessível e interessante ao público. Os vencedores das categorias profissionais receberão R$ 10 mil para o primeiro lugar, R$ 7 mil para o segundo e R$ 5 mil para o terceiro colocado. Na categoria Jornalismo Universitário, os prêmios serão de R$ 4 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente. A cerimônia de premiação está prevista para março de 2026.
Fonte: FAPESB (Por: Ascom Fapesb, com adaptações)
