| Em 07/06/2017

INCT em Ecologia, Evolução e Conservação da Biodiversidade realiza primeira reunião de trabalho

Presidente da Fapeg, Maria Zaira Turchi, durante abertura da reunião, na UFG. Foto: Ana Fortunato / Ascom UFG.

O Instituto de Ciências Biológicas I, da Universidade Federal de Goiás (ICB-UFG), sediou nesta segunda-feira, dia 5, a abertura da 1ª Reunião de Planejamento do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Ecologia, Evolução e Conservação da Biodiversidade (INCT-EECBio). O projeto é um dos contemplados em Goiás, por meio do fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e de outras entidades, e reúne especialistas de excelência de diversas localizações do País nas principais áreas de pesquisa relacionadas ao tema. A presidente da Fapeg, Maria Zaira Turchi, esteve presente na abertura da Reunião, juntamente com demais autoridades e pesquisadores.

O INCT é o maior programa brasileiro na área de CT&I e conta com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs). A Fapeg é co-financiadora e disponibilizou recursos na ordem de R$3,5 milhões para este INCT-EECBio. No estado também foi aprovado o INCT de Estratégias de Interação Patógenos-Hospedeiros, com recursos no valor de R$ 2 milhões.

Segundo a presidente da Fapeg, Zaira Turchi, ter dois INCTS aprovados é motivo de orgulho para o estado e para a Fundação, que está sempre em busca de apoiar pesquisas nas diferentes áreas do conhecimento. “Ter uma Fundação consolidada com capacidade de apoiar o INCT foi decisiva na escolha final, após aprovação de mérito. Tenho a certeza do trabalho que resultará em dados e indicadores, que poderão ser utilizados por pesquisadores, sendo referência para agências, governos e instituições conectadas com as grandes questões do mundo”, ressaltou.

A pró-reitora de Pesquisa e Inovação da UFG, Maria Clorinda Soares Fioravanti, enalteceu a importância da Fapeg para a aprovação destes projetos do INCT. “A Fapeg honrou o compromisso e garantiu que hoje tenhamos dois INCTs. É um orgulho para Goiás”, afirmou. Ela ainda destacou que essa conquista é fruto de um processo construído com financiamento contínuo e regular e lembrou que os editais do Programa de Apoio a Núcleos de Emergência (Pronex) e da Rede Pró Centro-Oeste, que também receberam fomento da Fapeg, foram de extrema importância para a consolidação da pesquisa na área que agora será trabalhada pelo INCT-EECBio.

Também estiveram presentes na mesa de abertura, além da presidente da Fapeg, Maria Zaira Turchi, e da pró-reitora de Pesquisa e Inovação da UFG, Maria Clorinda Soares Fioravanti, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Ivano Alessandro Devilla; o coordenador geral do INCT-EECBio, José Alexandre Felizola; o vice-reitor da UFG, Manoel Chaves; o diretor do Instituto de Ciências Biológicas, Augusto Figueiredo; e o professor da PUC Goiás, Nelson Jorge, representando a pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Milca Severino.

INCT-EECBio
O INCT-EECBio tem entre seus objetivos compreender os padrões e processos relativos à origem e manutenção da diversidade biológica em diferentes escalas espaciais e em diferentes níveis da hierarquia biológica, permitindo assim que sejam adotadas medidas adequadas para a conservação e manutenção dos serviços ecossistêmicos.

A presidente da Fapeg, Zaira Turchi, destacou que este INCT-EECBio trata de temas extremamente estratégicos e reúne grupos de universidades brasileiras que se tornarão referência para o mundo. Para ela, se de um lado ter um INCT aprovado é de grande importância para levar Goiás ao cenário internacional atraindo olhares para o estado, por outro, o INCT ter encontrado uma Fundação sólida possibilitou a expansão da ciência.

O coordenador geral do INCT-EECBio, José Alexandre Felizola, explicou durante apresentação que serão 32 coordenadores de 20 instituições diferentes de todo o País discutindo sobre a biodiversidade, divididos em três grandes linhas de pesquisa: Padrões de diversidade em diferentes níveis de organização e escalas de tempo e espaço; Adaptação e evolução do nicho ecológico e mudanças climáticas; e Planejamento em conservação e uso sustentável da biodiversidade.

“O INCT é também um lugar de interação entre os pesquisadores. Oportunidade para se conhecerem e trabalharem juntos”, enfatizou. Entre os objetivos e metas do INCT estão o apoio a projetos de pesquisa integrados, a consolidação de produções científicas integradas, a inserção internacional e a criação de um centro de referência para análise e avaliação da biodiversidade. A reunião continua nesta terça-feira, dia 6, quando oito Grupos de Trabalho apresentarão as ações para os próximos cinco anos.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Fapeg, com informações da Ascom UFG.

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