No mundo, a queda no preço do petróleo incentiva o uso de energias renováveis. No Brasil, o efeito pode ser diferente: o petróleo barato deve estimular a expansão das termelétricas a óleo e prejudicar a competitividade dos biocombustíveis. Para José Goldemberg, que é presidente da Fapesp e presidente de honra da SBPC, o País precisa evitar a “armadilha” de ampliar o uso de usinas termelétricas
O impacto que a queda vertiginosa do preço do petróleo pode ter na matriz de energia é diferente no Brasil e no mundo. Se nos países industrializados a crise não deve afetar a expansão da geração de eletricidade por fontes renováveis, no Brasil pode estimular o uso das térmicas movidas a combustíveis fósseis e prejudicar a competitividade dos biocombustíveis, acreditam alguns analistas.
Veja o texto na íntegra: Valor Econômico
Fonte: Jornal da Ciência – SBPC