| Em 29/08/2018

Projeto da Fapeam busca despertar interesse em alunos da rede pública na área de TI

Despertar o interesse pela área de Tecnologia e Informação (TI) através de novas didáticas em laboratórios de informática e outras formas lúdicas. Essa é a ideia de um projeto desenvolvido pelo professor Ricardo Barboza, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA/EST), que tem buscado garantir condições aos estudantes da rede pública a desenvolver suas aptidões na área de informática e tecnologias em geral.

A ação é desenvolvida com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no âmbito do Programa Estratégico em Tecnologia da Informação (RH-TI).  O programa é para estimular estudantes, da capital e do interior do Estado, a partir do primeiro ano do ensino médio, a seguirem carreira acadêmica e profissional na área de TI, por meio de atividades orientadas, executadas por professores do ensino superior, graduandos das áreas tecnológicas.

A proposta é trabalhar em ação conjunta com as escolas da rede pública para que os alunos utilizem os laboratórios dos cursos das áreas tecnológica da UEA/EST.

Segundo Barboza, o objetivo é oferecer condições para o preparo e ingresso de estudantes da rede pública de ensino nos cursos de graduação em TI e afins, estimulando estes estudantes a seguirem carreira acadêmica e profissional por meio de atividades orientadas.

“A ideia é que os alunos possam estudar conosco e se interessem a fazer o curso de computação e tecnologia. Nós percebemos com os alunos que estão participando do projeto que a computação não era uma opção para eles, mas após a implementação do RH-TI essa área passou a ser uma opção de carreira” disse.

A professora Fernanda Pires, do curso de Licenciatura em Computação da UEA/EST, conta que a iniciativa visa também incentivar o raciocínio lógico.

“Nós distribuímos as atividades que foi justamente a criação de um primeiro joguinho e alguns alunos se saíram muito além do esperado. O objetivo era que você tivesse a parte mecânica e eles já saíram com design e parte de game play, se esforçaram levando para casa, pois muitos não têm computadores em casa, mas a maioria tem telefone e foi assim que conseguimos desenvolver algumas atividades pelo celular” explicou.

Fonte: Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon da Fapeam.

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