O processo de inscrição de projetos para a 8ª edição do PrêmioOdebrecht para o Desenvolvimento Sustentável entra em sua fase final. Até o dia 6 de outubro, estudantes de graduação de todo o Brasil podem garantir sua participação na disputa pelo reconhecimento através do hotsite www.premioodebrecht.com/brasil/. Vale lembrar que pelo menos um dos integrantes do grupo de autores deve cursar engenharia (de qualquer segmento), agronomia ou arquitetura.
Os cinco trabalhos mais bem avaliados receberão R$ 300 mil emprêmios, sendo que o autor ou grupo de autores, orientador e instituição de ensino ganham R$ 20 mil reais cada. Será outorgada também menção honrosa à Instituição de Ensino Superior que contar com a inscrição do maior número de trabalhos qualificados na edição vigente. Desde sua criação, o Prêmio já recebeu mais de 610 projetos no Brasil e reconheceu um total de 35 trabalhos, concedendo R$ 2,1 milhões em prêmios.
Os estudantes autores dos projetos finalistas também serão convidados a participar de processos seletivos para vagas nos negócios da Organização Odebrecht, classificada pelo segundo ano consecutivo como a 3ª Empresa dos Sonhos dos Jovens, em pesquisa da Cia de Talentos em parceria com Nextview People.
O Prêmio Odebrecht para Desenvolvimento Sustentável tem como objetivo estimular a geração de conhecimento sobre temas relacionados à contribuição das engenharias, arquitetura e agronomia para o desenvolvimento sustentável, além de difundi-los na comunidade acadêmica e na sociedade brasileira.
Os projetos inscritos devem conter os elementos de uma proposta de engenharia de solução tecnológica ou inovação que se mostre viável em sua execução, ou já com dados de testes ou de aplicação que demonstrem esta viabilidade. Uma comissão julgadora analisará cada trabalho sob a ótica da viabilidade econômica, responsabilidade ambiental e inclusão social.
Na 7ª edição, o trabalho que conquistou a primeira colocação foi o projeto “Utilização de um biodetergente de baixo custo para remoção de derivado de petróleo do solo”, das estudantes de Engenharia Química Priscilla Ferreira Corrêa e Isabela Natália da Silva Ferreira, da Universidade Católica de Pernambuco (PE). A edição passada também reconheceu projetos de da Universidade Federal de São João Del-Rei (MG), Universidade Federal Fluminense (RJ), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS) e Universidade de São Paulo (SP).
Desde a última edição, os troféus entregues aos vencedores são produzidos utilizando o Plástico Verde, material criado pela Braskem, que é o primeiro polietileno de fonte 100% renovável, o etanol da cana-de-açúcar.
O Prêmio Odebrecht é uma iniciativa dos negócios da Organização. Além de ser realizado no Brasil, a premiação também acontece em outros onze países: Angola, Argentina, Colômbia, Cuba, Equador, Estados Unidos, México, Panamá, Peru, República Dominicana e Venezuela.
Fonte: CDN Comunicação