| Em 12/04/2017

Expedição Fluvial que investiga clima do rio Amazonas durante seca têm resultados apresentados na França

[cml_media_alt id='13496']O pesquisador e doutor, Newton Silva de Lima, apresentou no livro os resultados da primeira e segunda parte da expedição fluvial[/cml_media_alt]

O pesquisador e doutor, Newton Silva de Lima, apresentou no livro os resultados da primeira e segunda parte da expedição fluvial. Foto: Divulgação.

O pesquisador e doutor em Clima e Ambiente, Newton Silva de Lima, apresentou no último dia 21 de março, os resultados da primeira e segunda parte da expedição fluvial realizada por uma equipe de pesquisadores e documentada em um livro intitulado “Rio Amazonas – Expedição Fluvial Peru/Brasil”, que teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do bolsista de apoio técnico e graduando em Engenharia Química, Robson Calazães.

A apresentação ocorreu durante o evento “GEO Processing 2017 – The Ninth International Conference on Advanced Geographic Information Systems, Applications and Services”, que debate sobre os sistemas de informação geográfica e foi realizado em Nice, no Sul da França, entre os dias 19 e 23 de março.

No livro constam os registros realizados durante a viagem, o resumo das atividades e os dados preliminares das duas primeiras expedições. Segundo Newton, a terceira e última etapa da expedição ainda está em andamento e ocorrerá nos Andes (Peru) e está prevista para o mês de julho de 2017.

“Nestas duas primeiras etapas da expedição nós documentamos o estado presente do rio Amazonas, da nascente ao estuário, a partir de Iquitos, no Peru, até sua foz, no Amapá, analisando a temperatura ambiente do rio e a qualidade da água durante todo o percurso, em período de seca. Desta forma, este trabalho de observação constitui um tema recorrente e de interesse sobre a interação da biosfera-atmosfera na Amazônia”, disse Newton.

Para o bolsista da Fapeam, Robson Calazães, esta pesquisa se torna importante também para os alunos que estão iniciando uma carreira científica. “A oportunidade atual que esta pesquisa oferece é de suma importância para a nossa formação acadêmica e para as próximas pesquisas e trabalhos científicos. Nós temos a chance de aprender e colocar em prática os nossos ensinamentos, e a Fapeam é a responsável por isso”, afirmou Calazães.

Na terceira etapa da expedição ainda serão estudadas a radiação, a umidade, a precipitação e a direção do vento, juntamente com os critérios de estação de seca na Amazônia. Outras apresentações sobre a expedição estão previstas para ocorrem em julho deste ano, no congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio de Janeiro, e em dezembro durante o evento científico da União Geofísica das Américas, que será realizado em Los Angeles (Califórnia), nos EUA.

Fonte: Agência Fapeam (texto: Ada Lima / fotos: divulgação).

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