Grupos temáticos realizaram levantamentos e apresentaram os pontos aos quais o estado deve dedicar especial atenção. À Fapesp coube, além das suas próprias contribuições, a compilação e a sistematização das informações.
A programação traz três palestras magnas. A primeira delas, marcada para às 9h30 do dia 30/11, será proferida pelo presidente da Fapemig, Evaldo Ferreira Vilela.
Foram submetidas 125 propostas e destas, 27 foram desclassificadas na primeira etapa de avaliação, que diz respeito ao enquadramento nas condições e requisitos do edital.
Receberão a verba, quatro INCTs que desenvolvem pesquisas em biotecnologia e nanotecnologia — dois da Universidade de Brasília (UnB) e dois da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O objetivo é fomentar projetos de pesquisas visando despertar vocação para os campos das ciências e as carreiras tecnológicas através do desenvolvimento de pesquisa básica ou aplicada, a fim de incentivar talentos potenciais.
A Fapero trabalha com os Programas de Apoio a Eventos (PAE) e o Pape, de Apoio à Participação de Professores Doutores em Eventos em outros estados e até fora do País para apresentar trabalhos autorais na área científica ou tecnológica, não publicados.
Diversos estudos em relação aos aspectos nutricionais desses alimentos já foram realizados, por isso pesquisas avaliam aspectos biológicos.
A área com maior número de projetos contemplados foi Ciências Biológicas, com 45 propostas aprovadas; seguida por Ciências Exatas e da Terra, com 32 e Ciências Humanas, com 27.
Através da Fapeal, Governo do Estado capta R$2,3 milhões para pesquisa sobre Esclerose Lateral Amiotrófica. O projeto de pesquisa é coordenado pelo professor Marcelo Duzzioni, ligado ao Instituto de Ciências Biológicas da Ufal.
Ao todo, 1.791 propostas de negócio foram submetidas por 4.074 participantes – provenientes de 113 municípios catarinenses –, superando os números registados na edição anterior, em 2016.