| Em 08/03/2022

Estudo prevê economia anual de quase R$ 800 mil em contratos de energia elétrica do Governo do Estado do Espírito Santo

(Foto: divulgação)

Uma economia anual de R$ 778.682,16 aos cofres públicos do Estado do Espírito Santo. É o que aponta o resultado de um estudo elaborado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes), que propõe a adequação dos contratos de energia elétrica de 12 unidades consumidoras instaladas em prédios de órgãos e entidades públicas do Executivo Estadual.

A iniciativa, que é fruto de um termo de cooperação firmado entre o instituto, a Secretaria de Gestão e Recursos Humanos (Seger) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), consiste na análise das tarifas pagas por unidades consumidoras de média tensão e na avaliação, de forma individualizada, da melhor forma de contratação do serviço, mantendo a qualidade e reduzindo os custos.

Inicialmente, foram analisadas 12 unidades consumidoras ligadas à Seger e às Secretarias da Saúde (Sesa), da Fazenda (Sefaz) e da Justiça (Sejus), sendo identificadas oportunidades de economia entre 4% e 11%. A maioria das medidas propostas nos relatórios não demanda investimentos em equipamentos, mas somente a adequação do contrato com a concessionária responsável.

“Esse é o primeiro de outros resultados positivos que ainda virão. Além das 12 unidades já analisadas, o Ifes estudará ainda as tarifas de mais 30. Por meio dos relatórios, a Seger vai subsidiar os gestores públicos com indicações de estratégias que promovam a economia de energia elétrica das unidades consumidoras no mercado cativo”, explicou a subgerente de Análise e Controle de Despesas Corporativas, Diana Bastos.

O secretário de Estado de Gestão e Recursos Humanos, Marcelo Calmon, destacou a importância da iniciativa: “Com essa parceria junto ao Ifes, o Governo do Estado busca não só reduzir os custos com energia elétrica, mas qualificar as equipes de servidores responsáveis pela contratação desse serviço. É um trabalho que vai contribuir para a eficiência do uso de recursos públicos”, disse.

 

Fonte: FAPES

 

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