De 25 a 27 de outubro, ocorreu o I Congresso Nacional de Variação/Diversidade Linguística e Letramentos, na Universidade Federal do Piauí, e contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi).
Um dos objetivos do evento foi promover o diálogo entre os diversos estudos afins à área de linguagem com vistas ao desenvolvimento científico-tecnológico do conhecimento produzido por pesquisadores de diferentes Instituições de Ensino Superior, seja do Piauí, ou dos demais estados da federação brasileira.
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No congresso, foram debatidos as linguagens e os processos de ensino-aprendizagem de língua com foco na relação escola, linguagem e sociedade. Além disso, o evento visou promover o diálogo entre os diversos estudos afins à área de linguagem enquanto prática social em diferentes ambientes.
A gerente técnica científica, Eliana Abreu, participou da abertura do evento representando a Fapepi e destacou a ampliação das ações da Fundação no apoio aos pesquisadores piauienses durante o exercício de 2016.
“A Fapepi é a única agência de fomento do estado do Piauí, somente no exercício de 2016 nós já investimos 220 mil só em eventos nas instituições de ensino e pesquisa do estado, então esse recurso, mesmo escasso porque estamos em um período de crise, está sendo bem aplicado, uma vez que nós estamos aqui promovendo a difusão e a divulgação das pesquisas científicas. Mesmo na dificuldade, o Governo do Estado e a Fapepi estão comprometidos em financiar as pesquisas e os eventos científicos”, afirmou Eliana Abreu.
A coordenadora do evento, professora Dra. Catarina de Sena Mendes da Costa, destacou a importância do apoio da Fapepi às ações do grupo de pesquisa por ela coordenado.
“A Fapepi vem ajudando sistematicamente na realização de nossas ações do grupo de pesquisa “Linguagem, Escola e Sociedade”, desde que chegamos aqui na Universidade que a Fapepi tem nos ajudado com sistematicidade”, disse.
A professora Dra. Catarina de Sena ainda explicou que as discussões que serão realizadas no congresso têm forte relevância no que diz respeito ao desenvolvimento social do Piauí.
“A variação linguística e o letramento são tudo que o Piauí precisa, nós temos um dos menores índices de IDH do Brasil e uma das maiores taxas de analfabetismo, a sociolinguística junta o social e o linguístico, o letramento transforma tudo em social e aí é o grande ponto para a gente trabalhar em prol do nosso desenvolvimento, porque precisamos mudar essas estatísticas e nossa realidade”, afirmou a professora.
Fonte: FAPEPI